1º Dia de visita a Pequim/Beijing.

Quando estivemos em Pequim/Beijing, coincidiu com dia Nacional do Trabalhador, que implica, uma semana de enchentes em várias cidades, mas em especial aqui, os chineses usam datas históricas para viajar, mas em especial para Pequim/Beijing.

Todo está organizadissimo, mas como poderão imaginar, tendo em conta a população chinesa, que ronda 1 bilião e 400 milhões de habitantes, é o suficiente para nós ocidentais, termos quase um colapso ao vermos tanta gente ao nosso redor.

Ao chegarmos ao Templo do Céu, somos recebidos por jardins magníficos com corredores em madeira, pintados com desenhos das alusivos ás dinastias dos imperadores chineses.

Aqui, tudo foi pensado em escalas muito grandes, espaços gigantescos.

Mas a natureza e o desporto caminham de braço dado, estruturas de apoio ao desporto e á meditação, são lindos de se ver.

Para questões de mobilidade nas zonas antigas, não estão preparados, o que torna difícil o simples uso de uma cadeira de rodas, há muitas falhas e desníveis no piso.

Apesar de tudo é tudo lindo e imponente, mas o maior desafio é eles não falarem inglês, o que nos obriga a usar o tradutor dos smartphones, o que nos cansa imenso e perde-se muito tempo, apesar de termos tratado tudo com uma agência chinesa para circular em Pequim/Beijing.

Mas, mesmo assim é complicado, porque eles não sabem manobrar as cadeiras de rodas, e as que usam são a pior escolha, rodas muito pequenas, o que cansa mais qualquer um.

A China é de extremos, ou se adora ou se odeia, não há meio termo.

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